O AGU, Jorge Messias, pediu a Gilmar e defendeu que o Senado poder abrir impeachment faz parte do equilíbrio entre os poderes.
Mendes suspendeu o trecho da Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950), que dava a “todo cidadão” a prerrogativa de denunciar os magistrados.
Segundo Gilmar, os ataques à soberania "foram estimulados por radicais inconformados com a derrota do seu grupo político nas últimas eleições presidenciais".
Ministro havia apresentado destaque, o que levaria caso ao plenário.