O perfil das vítimas no Brasil permanece predominantemente composto por homens jovens, solteiros e com baixa escolaridade formal.
O professor Thiago Amparo, questiona a separação entre o Estado de Direito e a necropolítica exercida pelo próprio Estado.
O desconhecimento é acompanhado por outro dado: apenas 47,5% dos pretos e pardos conhecem legislações antidiscriminatórias.