(Foto: Reprodução/Redes Sociais/UEA)
Manaus (AM) – O curso de Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) obteve nota 3 no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). O resultado refere-se ao ano de 2025 e contou com a participação de cerca de 113 estudantes concluintes das turmas 38 e 39.
O Enamed avalia o desempenho de formandos em Medicina em áreas como conhecimentos teóricos, habilidades clínicas, raciocínio diagnóstico, tomada de decisão, ética profissional e compreensão do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O exame é um dos principais instrumentos nacionais de avaliação da qualidade da formação médica.
O desempenho atual indica avanço em relação às edições anteriores. Em 2019, o curso havia obtido nota 1; em 2023, nota 2. A nota 3 representa uma progressão gradual nos indicadores avaliados. No âmbito do Conselho Estadual de Educação (CEE), o curso de Medicina da UEA possui conceito 4.
Segundo a universidade, o resultado está associado a mudanças na organização pedagógica do curso, à qualificação do corpo docente e ao acompanhamento mais sistemático dos processos avaliativos. Desde 2023, a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd) coordena ações voltadas ao Enade e ao Enamed, como orientações técnicas, análise das normativas e apoio aos estudantes durante o processo avaliativo.
Melhorias
Também foram realizadas melhorias na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA), incluindo a revitalização de laboratórios, aquisição de equipamentos e ampliação de atividades de extensão, iniciação científica e práticas em serviços de saúde vinculados ao SUS.
Aplicado nacionalmente, o Enamed integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O exame é coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Inep, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), e também é utilizado como referência para o Exame Nacional de Residência (Enare).
Para a gestão da universidade, o resultado reflete um processo de ajustes e fortalecimento do curso ao longo dos últimos anos, com impacto direto na formação dos futuros médicos que atuarão no Amazonas.
(*) Com informações da assessoria
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