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Um homem de 27 anos foi assassinado com, pelo menos, sete tiros, no fim da manhã desta quinta-feira, 20, na calçada de uma casa no beco Mossoró, no bairro São Francisco, na Zona Sul de Manaus.
De acordo com a equipe da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Vanglesson Pereira Farias foi surpreendido por um homem desconhecido que chegou a pé e, em seguida, efetuou os disparos à queima-roupa.

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Cinco tiros atingiram a cabeça e dois na região do tórax de Vangresson, que não resistiu aos ferimentos antes da chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Conforme informações da perícia criminal do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), os disparos chegaram esmagar o crânio da vítima. O assassino usou uma pistola calibre 380 milímetros.
O delegado Guilherme Antoniazzi, plantonista da DEHS, informou que o crime foi presenciado por vários moradores, mas por ser considerada área “vermelha”, ninguém quis comentar por medo de represálias.
“Aqui é uma área perigosa e considerada “vermelha”. Ninguém quis colaborar. Familiares disseram que a vítima morava em um sítio e tinha resolvido visita-los hoje. A vítima havia saído de casa para comprar bombons”, disse.
Ficha criminal
Vanglesson já tinha passagem por roubo e homicídios. Em fevereiro do ano passado, ele havia participado de uma tentativa de assalto a um supermercado na rua Engenheiro Vilar Fiúza da Câmara, no bairro São José Operário, na Zona Leste da capital. Além dele, Adair José Marques Teixeira, 23, Erick Luan Dias Ribeiro, 22, Ocimar Freitas de Oliveira, 38, e Odairis da Silva Borges, 28, conhecido como “Pará”, foram presos pela equipe da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd).
Vanglesson também é apontado nas investigações da Polícia Civil por envolvimento em dois homicídios, sendo um no de 2011, na comunidade Ismael Aziz, na BR-174, na Zona Rural de Manaus e, outro em 2015, no bairro Armando Mendes, na Zona Leste. Ele estava em liberdade há seis meses.
O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML). O assassinato será investigado pela DEHS.





