O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), já admite a possibilidade de colocar o estado em rigoroso controle de circulação e fala em “fechar tudo”, se perceber aumento na curva de contaminação do novo coronavírus no estado.
Último boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) aponta mais 469 casos de Covid-19 confirmados, elevando o total para 5.723 casos confirmados do novo coronavírus. Em 50, dos 62 municípios do Amazonas.
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“Ontem, apresentei um plano de reabertura do comércio. Mas isso só vai acontecer se seguir as medidas de restrição. E vamos avaliar até o dia 13 como os números (de contaminação) se comportam e se a gente não tiver a evolução (redução da contaminação), há a possibilidade da gente fechar tudo (lockdown) e aumentar as medidas restritivas. E não tem outro caminho para diminuir essa transmissão”, afirmou Wilson Lima nesta sexta-feira, 1º, ao jornal da Rede Amazonas. Assista ao vídeo abaixo.
O prazo de 13 de maio dado pelo governador faz parte da primeira etapa do plano de reabertura do comércio no estado.
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O prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), afirmou em entrevistas ao jornal O Globo e a emissora de TV CNN nesta sexta, ser contrário ao plano de abertura comercial proposto pelo governador e disse que irá recomendar o lockdown do estado.
“Se nada mudar, eu vou recomendar ao governador a quarentena, o chamado lockdown. Fechar tudo. Radicalizar geral. Vamos salvar as pessoas mesmo que elas não queiram ser salvas. Lá na frente, elas poderão avaliar se tomamos as medidas certas ou não. Mas primeiro elas precisam estar vivas”, afirmou o prefeito ao jornal O Globo.
No meio da tarde, o prefeito disse à CNN que falou com o governador para fortalecer o isolamento social no Amazonas até o dia 15 de maio e não abrir o comércio na sua integralidade. “Para mim, ainda não estamos no pico da doença”, afirma Arthur.
Veja a declaração de Wilson Lima:





