Bairro considerado modelo pela Prefeitura de Manaus, o Águas Claras, na zona norte de Manaus, apresenta problemas típicos de qualquer outro bairro sem que o executivo municipal tome medidas para corrigi-los. É o caso das invasões e até de destruição o meio-ambiente.

Imagem aérea de onde era uma Área de Preservação Permanente (Foto: Roberto Araújo)
No caso das invasões, o Águas Claras já teve, pelo menos, duas áreas de invasões. Uma delas, na fronteira com o Parque das Garças, no Novo Aleixo, resultou na destruição da Área de Preservação Permanente (APP), mesmo após denúncias de moradores quando os primeiros invasores chegaram ao local.
As imagens aéreas feitas pelo Amazonas 1 revelam um cenário de destruição, típico das invasões, com muitos barracos de madeiras, mas também revelam imagens surpreendentes, com imóveis com piscina.
Em 2017, a gestão de Arthur Virgílio Neto divulgou que mantinha o “firme no propósito de promover o reforço da proteção às áreas verdes de conjuntos habitacionais e APPs de cursos d’água da cidade”. No caso do Águas Claras, na área conhecida como ‘Geladinho’, muitos barracos foram construídos e o buritizal foi destruído, gerando um dano ambiental de difícil reparação.
Próximo dali, na Avenida Nathan Xavier, toda a vegetação também já foi destruída e conta com uma placa chamada ‘Comunidade das Garças’. Conforme a imagem abaixo, a área verde dentro do círculo já não existe mais. O local fica em frente ao Campo de Golfe da Colônia Japonesa.






