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Manifestantes protestam, na manhã desta segunda-feira, 19, contra a Reforma da Previdência. Em vários Estados houve paralisação no transporte no início da manhã e algumas escolas ficaram sem aula. Em Manaus, a mobilização inicia na Praça da Polícia (Praça Heliodoro Balbi) e finaliza na Rua da Instalação (em frente ao INSS), no Centro de Manaus.

Em Manaus, movimento começou em frente à Praça da Polícia (Foto: Daisy Melo/Divulgação)
A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (ADUA), o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior do Estado do Amazonas (Sintesam), a CSP-Conlutas Amazonas, a Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre (Anel) e o Movimento Luta Popular (MLP) estiveram entre as 12 entidades presentes no encontro e que participarão do ato. Na reunião foi definida, também, a elaboração de um panfleto unificado.
O Dia Nacional de Greves, Paralisações e Mobilizações em Manaus atende à convocatória do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) para que as entidades conclamem as bases e os trabalhadores em geral para uma nova Greve Geral no dia 19 de fevereiro.

O governo federal anunciou que pretende votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, apenas na quarta-feira, 28.
Para a categoria, só a greve geral é a saída para barrar a proposta considerada um dos maiores retrocessos para a classe trabalhadora e ainda o fim da aposentadoria no País.
Em 2017, devido as greves gerais do dia 28 de abril, 30 de junho e 5 de dezembro os trabalhadores obtiveram uma vitória parcial no enfrentamento aos diversos ataques a direitos sociais e trabalhistas, impostos pelo governo ilegítimo de Michel Temer – que tentou aprovar a todo custo a Reforma da Previdência e não conseguiu.
Em São Paulo, três cidades da Região Metropolitana amanheceram sem ônibus: Santo André, São Bernardo do Campo e Guarulhos. Também em Guarulhos, manifestantes bloquearam um trecho da Via Dutra.





