Manaus, 7 de julho de 2026
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Economia

Indústria amazonense cresce 5,2% em outubro, mas ainda acumula queda

Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quarta-feira (9)

Foto: Daniel Marenco/Folhapress

A produção industrial do Amazonas registrou em outubro alta de 5,2% frente a igual mês de 2019. Com o indicador, o Estado apresentou o quarto melhor avanço do Brasil e taxa acima da média nacional, de 0,3%. O resultado ficou atrás apenas de Santa Catarina (7,6%); Pernambuco (7,2%); Ceará (6,1%).

Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta quarta-feira (9). 

Por outro lado, nas demais comparações, a indústria amazonense amargou queda. Na passagem de setembro para outubro, o setor caiu 1,1%, mesmo indicador nacional. O desempenho posicionou o estado na 10ª posição entre as outras unidades da Federação.

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“Essa queda foi provocada, principalmente, pelo baixo desempenho de cinco das dez atividades do pátio industrial que incluem produção mineral e de produtos a partir do petróleo”, explicou o chefe do IBGE no Amazonas, Ilcleson Mendes.

Ainda segundo os dados do órgão, de janeiro a outubro deste ano, a redução foi maior e chegou a -8,9% e de -5,8 % nos últimos doze meses. 

“Na comparação que serve para medir a indústria no ano, teve desempenho positivo em quatro dos dez meses de 2020 e, por isso, o acumulado está tão abaixo, restando apenas os resultados de novembro e dezembro para tentar recuperar as perdas da produção”, completou Mendes.

Por segmento

Conforme o IBGE, com a queda de 1,1% no décimo mês do ano, a maioria das atividades industriais tiveram desempenho negativo. Os setores de fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (19,6%) e de outros veículos automotores, exceto veículos automotores (18%), apresentaram as maiores quedas. 

Também registraram retração as indústrias extrativas, com queda de 13,1%; a impressão e produção de gravações (DVDs e discos), com queda de 12,5%; a fabricação de bebidas (-9,0%); a indústria de transformação (-8,6%) e a fabricação de produtos de borracha e de material plástico (-8,5%).