Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Projeto de Lei que proíbe a inauguração de obras inacabadas tramita na CMM

O vereador Sassá da Construção Civil (PT) voltou a falar sobre o projeto de Lei nº 054/2021, que tramita na Câmara Municipal de Manaus (CMM), que proíbe a inauguração de obras públicas sem conclusão no município

Foto: Divulgação

MANAUS, AM – O atraso na entrega do complexo viário Professora Isabel Victoria, na avenida Max Teixeira, Zona Norte de Manaus, tem despertado a atenção de alguns vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) com relação às obras inacabadas.

Nesta sexta-feira (23), o vereador Sassá da Construção Civil (PT) voltou a falar sobre o projeto de Lei nº 054/2021, que tramita na Câmara Municipal de Manaus (CMM), que proíbe a inauguração de obras públicas sem conclusão no município.

“Eu recriei este projeto, para evitar os problemas que estão acontecendo na cidade em viadutos, colégios, creches. Tudo tem que ser entregue, pronto para o uso da população”, disse o vereador Sassá.

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O vereador justifica no PL que por toda a capital existem obras a serem terminadas e que, segundo ele, geram prejuízo para a população. O vereador utiliza como exemplo os terminais de ônibus 4 e 5, creches, além de obras viárias no Distrito Industrial.

“O objetivo do projeto em tela é resguardar o interesse da população de Manaus, banindo da vida pública a prática populista de entrega de obras inacabadas e sem condições de tender as suas finalidades. Ao inaugurar e entregar obras inconclusas, o Executivo municipal gera expectativas e frustração, especialmente em face da carência de serviços públicos que afeta a nossa população”, justifica o vereador.

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Posicionamento

Foto: Divulgação

Na quinta-feira (22), o prefeito David Almeida (Avante) e o vice-prefeito e secretário municipal de Infraestrutura, Marcos Rotta (DEM), anunciaram que vão notificar as empresas responsáveis pela construção do complexo viário.

De acordo com David Almeida, o complexo já deveria ter sido entregue à população, no entanto a obra não atendeu às exigências técnicas nas quais constam ainda inclinações máximas a serem corrigidas pelo consórcio. O prefeito garantiu que só vai liberar o viaduto quando todos os ajustes apontados pelo laudo feito pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea) forem cumpridos.