Foto: Reprodução
São Paulo, SP – O que era para ser uma noite de diversão, infelizmente, acabou se transformando em um pesadelo para a universitária Franciane Andrade, de 23 anos. A jovem foi ao médico após sentir dores intensas e descobriu que tinha sido estuprada. Nesta terça-feira (30), a também influencer usou as redes sociais para falar sobre o assunto e afirmou que não sabe o que fazer.
A universitária esteve em um rodeio na cidade de Jaguariúna, em São Paulo, local onde ocorreu o estupro. Ela acredita que foi dopada dentro do camarote alugado por ela. De acordo com a vítima, para ter mais segurança, ela comprou o camarote mais caro do local e não teve ajuda dos seguranças do evento durante o crime, quando estava inconsciente.
No evento, ela disse às autoridades que estava na companhia de amigos e não lembra o que aconteceu depois. A jovem afirmou que acordou horas depois em uma rotatória próximo ao local onde ocorreu o rodeio. Uma amiga da vítima relatou que algo foi colocado no copo da estudante.
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O crime aconteceu na noite de sábado (27) e a madrugada de domingo (28), conforme aponta o boletim de ocorrência registrado na terça-feira (30). A vítima contou aos seguidores que estava sentindo fortes dores, mas que desconhecia a causa, então resolveu ir ao hospital.
“Não sabia que tinha sido violentada, comecei a sentir dor ontem à noite e hoje vim ao médico”, relatou nos Stories do Instagram. “Não sei como contar isso aqui… Acabei de correr atrás de B.O., fui no IML em Mogi Guaçu, fiz um exame, a polícia constatou que houve estupro e não sabe me dizer se foi um, dois ou três [homens]”, explicou.
Ela cobrou que o município onde foi realizado o rodeio precisa se responsabilizar pelo crime, já que não teve ajuda. “Não sei o que fazer, eu tenho que falar para os meus pais que fui estuprada. Que dor estou sentindo… inconsciente, sem ver quem era. Peço muito a ajuda de vocês, muito mesmo, Jaguariúna tem que se responsabilizar por isso. Paguei um dos camarotes mais caros para ter mais segurança e ninguém me ajudou. Nenhum segurança me ajudou, ninguém”, disse.
Em nota, o a organização do evento afirmou que entrou em contato com a jovem e prestará o suporte e a ajuda necessária. Além disso, serão analisadas as imagens das 53 câmeras de segurança espalhadas pelo local da festa, com o intuito de ajudar nas investigações.
“Toda a operação do evento neste momento está voltada para o esclarecimento do episódio relatado por Franciane e para a busca de elementos que ajudem as autoridades policiais a encontrarem os responsáveis pelo ocorrido”, pontuou.
(*) Com informações do G1
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