Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
SÃO PAULO, SP – O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab falou que não vai dizer que não aceita missões ao ser questionado se aceitaria o cargo de ministro de um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita nessa quarta-feira (2) durante entrevista ao programa Em Foco, da GloboNews.
Kassab, foi ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff (PT) e ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações durante o governo Temer, e disse que atualmente está “muito feliz e realizado”.
“Eu me sinto uma pessoa feliz como dirigente partidário e ajudando a fortalecer a democracia brasileira. A minha percepção é que vou continuar feliz fazendo o que eu faço por mais alguns anos”, afirmou.
O político também falou sobre a corrida eleitoral deste ano e pontuou que o PSD é a favor de uma candidatura própria para a Presidência da República e que o nome da sigla nos planos A, B e C ainda é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Por este motivo, explicou Kassab, o partido não vai apoiar o ex-presidente Lula no primeiro turno. Caso Pacheco não vá para o segundo turno, acredita que a grande maioria do PSD estará com o petista.
Leia mais: Bolsonaro provoca Doria e faz piada com cratera em SP: ‘transposição do Tietê’
Geraldo Alckmin
Sobre a possibilidade do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin ser lançado como vice na chapa de Lula, Kassab vê como estratégia do petista ampliar o seu espaço eleitoral.
“Esse é o caminho que Lula tenta fazer quando procura o PSD, o Renan Calheiros, o MDB, a Simone Tebet. Ele está fazendo o papel dele como candidato”, avaliou.
Kassab também falou sobre a possibilidade do ex-tucano ir para o PSD. “Alckmin abraçou o projeto Lula e o PSD abraçou o projeto de candidatura própria. Dessa forma, fica um pouco incompatível ter um filiado que está abraçado com um projeto que não é o projeto do partido. Essa é a única razão de não ter afiliação com Alckmin.”
(*) Com informações UOL





