O Partido Social Democrático (PSD) no Amazonas lançou, nesta quinta-feira, 5, a pré-candidatura do senador Omar Aziz ao cargo de governador do Estado, nas eleições deste ano. A confirmação do nome de Omar ao pleito foi divulgada em coletiva à imprensa realizada no Diretório Estadual do partido, no bairro Vieiralves, na zona Centro-Sul de Manaus.
Ao ser questionado pelo Portal Amazonas1 sobre o que sua candidatura poderia oferecer de perspectivas ao Amazonas, o senador afirmou que se propõe a fazer uma política transparente e voltada para melhoria da qualidade de vida das pessoas.

“Minha candidatura oferece novas perspectivas nas áreas da Economia, com mais oportunidades para os jovens; Política, com ações transparentes; no Social, com melhores condições de vida às pessoas em Saúde, Educação e Infraestrutura e, principalmente, na Segurança, com o combate efetivo à criminalidade”, disse.
Na ocasião, ele criticou o atual governo de Amazonino Mendes (PDT) na gestão de Segurança, citando a contratação milionária de um escritório internacional para reduzir a violência no Estado, pelo valor de mais de R$ 5 milhões. “O consultor vem falar o óbvio, que se precisa combater o tráfico nas fronteiras. Meu Deus do céu quem não sabe disso. Precisamos é dar melhores condições para os policiais trabalharem com programas sérios, como foi o Ronda no Bairro”, disse.
Diferença
Ao ser questionado sobre o que o difere do governador Amazonino Mendes, Omar disse que cumpre as promessas que faz. E citou o seu plano de governo apresentado nas eleições de 2010 e disse que todo o que foi planejado, foi executado. “Eu cumpro com tudo aquilo que eu prometo. Isso me diferencia dele (Amazonino) e de muitos outros”, afirmou.
Ele ressaltou que o PSD não exclui nenhum nome para possíveis alianças, mas que as conversas vão continuar acontecendo até agosto. “Nós estamos conversando com todos ainda. Dessas conversas vai sair a definição de quem será o vice”, disse.
Conforme o senador, as mudanças começarão a partir do secretário da pasta que, segundo ele, não será o “dono” da Secretaria. “O secretário não pode ter vontade absoluta, dispensar licitação, criar os preços. Nós vamos criar na Secretaria de Segurança e nas outras, uma organização não governamental que terá todos os poderes para fiscalizar absolutamente tudo”, ponderou o pré-candidato, destacando que, se for eleito, vai buscar a maior transparência para a gestão pública.





