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Manaus – Com uma divulgação de peso para melhorar a imagem com o povo do Amazonas, o senador Eduardo Braga (MDB) usou as redes sociais para tentar explicar a ‘fama’ de arrogante de um modo para passar uma boa impressão ao internauta.
A abordagem faz parte do plano para tentar conquistar votos e garantir mais um mandato nessas eleições. Braga não esconde a vontade de tentar disputar o Governo do Amazonas, apesar de ainda não ter oficializado a sua pré-candidatura e ter pedido aplausos para Amazonino Mendes (Cidadania) na última reunião do MDB.
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No vídeo compartilhado nas redes sociais, Braga aponta que as pessoas o enxergam como “arrogante, grosso e estúpido”, mas que na verdade é o perfil dele de mostrar trabalho e fazer cobranças. Em uma série de arquivos, ele mostra as obras entregues enquanto foi governador, e atribui a isso sua “má fama”.
Com um apanhado de arquivos de obras e discursos, o vídeo de Eduardo Braga foi voltado na promoção do senador, terminando com uma frase de destaque: “você pode até não gostar, mas Eduardo Braga é necessário”.
Polêmicas
Uma das polêmicas que ganharam destaque no cenário político em 2021, foi a discussão de Eduardo Braga com Flávia Arruda, ministra da Secretaria de Governo da Presidência da República, durante uma ligação telefônica.
Na época, a ministra do governo Bolsonaro se pronunciou sobre o assunto, afirmando que os gritos dirigidos por ele não a amedrontam. “Gritos não me amedrontam. O episódio, infelizmente, demonstra que o machismo atrasado ainda resiste às mulheres que assumem posições relevantes na política brasileira. Vou continuar a interlocução com o Congresso com diálogo, serenidade e, sobretudo, com transparência”, declarou.
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Após a repercussão, Braga se retratou. No entanto, o senador já é conhecido pela personalidade e por enfrentar mulheres, uma vez que essa não seria a primeira vez que uma polêmica surgiu envolvendo o senador.
Em 2021, durante uma transmissão ao vivo, o senador falou de modo grosseiro com uma funcionária. As imagens foram captadas enquanto o político estava em uma ligação e pediu para que a funcionária mostrasse a primeira parte do documento, ao perceber que a moça não sabia do que se tratava, se irritou.
Em tempos em que imagem é tudo e a internet eterniza cada escorregada, as cenas justificam a preocupação do senador em tentar mudar a percepção do eleitor com o passado recente registrado nas redes sociais e na memória coletiva.





