Foto: reprodução/ rede social
O segurança da Itaipu Binacional, Claudinei Coco Esquarcini, responsável pela instalação e manutenção do sistema de monitoramento da Associação Recreativa e Esportiva da Segurança Física (Aresf), onde ocorreu o assassinato do guarda municipal petista Marcelo Arruda, se jogou da ponte nesse domingo (17), na cidade de Medianeira (PR). As informações são do site Fórum.
Ainda conforme o site, duas fontes próximas em condição de anonimato, informaram que Claudinei apresentava sinais de depressão, chegou a pedir auxílio psicológico para a chefia afirmando que estaria se sentindo culpado pelo vazamento das imagens.
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Em entrevista na semana passada, quando divulgou a conclusão do inquérito, a delegada responsável pelo caso, Camilla Cecconello, disse que Jorge Guaranho tomou conhecimento da festa de Marcelo Arruda, que tinha como tema o PT e Lula, durante um churrasco em que participava. Segundo a Cecconello, testemunhas afirmaram que uma pessoa que estava no mesmo churrasco que Guaranho tinha acesso às câmeras de segurança da Aresf.
A delegada também acredita que a pessoa que tinha acesso às câmeras “não mostrou por maldade”. Ela também revelou que a testemunha, dona do celular, está abalada, pois, não imaginava que, ao tomar conhecimento, Jorge Guaranho fosse fazer o que fez.
O caso
O bolsonarista Jorge José Guaranho, que assassinou Marcelo Arruda, teria visto a festa temática de Lula e do PT por meio de imagens da câmara de monitoramento, o que o teria motivado a ir até o local fazer provocações – que resultaram nos tiros que mataram Marcelo.
A defesa da família de Marcelo Arruda entrou com uma petição nesta segunda-feira (18) junto à Justiça da 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu solicitando a apreensão do celular de Esquarcini, que foi citado pelo presidente da Aresf, Antonio Marcos de Souza, em depoimento à Polícia Civil.
“…temos um sócio da diretoria também, Claudinei, que ele entende muito disso, ele que faz este trabalho pra gente, manutenção e instalação [das câmeras de segurança]…. o Claudinei disse que são cinco ou seis pessoas neste momento […] acredita que Guaranho não tinha mais acesso”, diz o trecho em que o presidente cita o nome de Esquarcini.
Segundo o Boletim de Ocorrência, assinado pelo delegado Denis Giovanny Zortea Merino, “o representante legal para informar a morte da vítima relata que o possível suicídio ocorreu no endereço citado, porém ainda foi levado ao hospital. Segundo ainda o representante legal, tudo indica que a vítima se jogou do viaduto” que fica em frente ao Hotel Passarela, no centro do município paranaense. A ocorrência foi atendida pelo policial Giancarlos Marchiotti, que prestou as informações iniciais.
*Com informações do Fórum





