Djidja, a mãe e o irmão (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Manaus (AM) – A morte da empresária e ex-sinhazinha do Boi Garantido, Dilemar Cardoso Carlos da Silva, a “Djidja Cardoso”, virou caso de polícia e resultou, até o momento, na prisão de quatro pessoas, entre elas a mãe e o irmão de Djidja.
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), apresentará em coletiva de imprensa detalhes da “Operação Mandrágora”, deflagrada na tarde dessa quinta-feira (30).
Os quatro membros de uma seita, presos na operação, eram responsáveis por fornecer e distribuir a substância ketamina, além de incentivar e promover o uso da droga de forma recreativa. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) também estará presente a fim de esclarecer eventuais questionamentos acerca da investigação em torno da morte de Djidja Cardoso.
Além das prisões, os animais que estavam sob os cuidados de Djidja e da família dela foram apreendidos por suspeita de serem drogados e usados em rituais macabros.
Parte da família de Djidja acusa a mãe e o irmão por negar atendimento médico à ex-sinhazinha. Os dois são apontados pelos familiares como possíveis responsáveis por fornecer drogas para a ex-sinhazinha, o que teria causado a morte dela.
Há suspeita, ainda, de que a mesma droga teria sido dada à avó de Djidja, que também morreu.
Ex-sinhazinha
Djidja foi sinhazinha do boi da Baixa do São José entre 2016 e 2020, quando houve mudança de gestão do Garantido. Naquele ano, ela anunciou que, a partir daquele momento, já não seria mais o item 7 e faria parte do item 19 (galera).
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