Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Economia

Demanda por crédito cresce em seis das sete UFs em julho

Demanda das empresas por crédito registrou alta em seis das sete Unidades Federativas em julho, revela Serasa Experian

População subutilizada tem menor contingente desde o trimestre até janeiro de 2016, aponta IBGE

(Foto: WILSON DIAS-ABR)

Em julho, no Norte do país, a busca das companhias por recursos financeiros registrou alta em seis das sete Unidades Federativas (UFs), conforme o Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian. O destaque ficou com Tocantis, que registrou o maior aumento (21,8%). A queda mais acentuada foi registrada no Amazonas (-1,0%). Veja, no gráfico a seguir, os dados da região:

(Foto: Serasa Explain)

Análise nacional

Em julho, as “micro e pequenas empresas” (MPEs) no Brasil lideraram a busca por crédito, registrando um aumento de 13,1%. Esse movimento impulsionou uma alta geral de 12,7% na demanda por recursos financeiros em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Os dados são do Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian e também apontaram um leve aumento de 0,3% na demanda por crédito entre as “grandes” companhias. Apenas os negócios de médio porte apresentaram queda de 0,9% no mesmo período.

(Foto: Serasa Explain)

“Mesmo com as taxas de juros elevadas no Brasil, alguns fatores podem explicar o aumento da demanda por crédito das empresas. A necessidade de capital de giro pode levar as empresas a buscar crédito para manter suas operações diárias. Expectativas de crescimento futuro incentivam as empresas a assumir custos mais altos de crédito para investir em expansão e melhorias. A inflação também pode levar as empresas a anteciparem compras e investimentos, evitando o impacto de preços mais altos no futuro. Além disso, algumas empresas podem ter acesso a linhas de crédito com condições mais favoráveis. Por fim, a pressão competitiva também pode forçar as empresas a investirem em inovação e melhorias, mesmo com juros elevados”, explica Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

Números positivos em todos os setores

Na visão por setores, a categoria que mais cresceu foi “Demais”, que engloba companhias do segmento “Primário”, “Financeiro” e “Terceiro Setor”, (25,0%), seguido por “Indústria” (14,7%). “Comércio” e “Serviços” apresentaram alta de 12,3%, respectivamente.

Análise por Unidades Federativas

Mato Grosso do Sul (52,1%) e Espírito Santo (36,7%) foram os estados lideraram o ranking das UFs em junho. Amazonas foi a única Unidade Federativa (UF) que registrou queda no período (-1,0%). Veja no gráfico a seguir os dados estaduais:

(Foto: Serasa Explain)

Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui.

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de CPFs, consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CPFs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre os consumidores e instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica e por classe de rendimento mensal.

“Serasa Ponto a Ponto” explica faixas de pontuação

Muitos donos de negócios, interessados em melhorar a situação financeira de suas empresas, podem se perguntar: como o Score PJ funciona? Como consultar essa pontuação para companhias? Dá para ter uma nota maior? Como cuidar melhor da saúde do negócio? Para ajudar os empreendedores a entenderem melhor esses números e como podem contribuir para o aumento do score PJ da sua empresa, a Serasa Experian lançou a funcionalidade “Ponto a Ponto”, dentro da interface de consulta. Saiba mais clicando aqui.

A funcionalidade traz a explicação de cada faixa de classificação, os motivos que podem acarretar a queda ou o aumento da pontuação e as orientações sobre medidas possíveis para manter ou melhorar a situação. A pontuação do Score para CNPJ vai de 0 a 1.000, em que quanto maior o valor, maior o nível de confiança que a empresa apresenta. Os critérios utilizados para avaliação do Score PJ, ainda segundo Cleber Genero, são:

  • Existência de dívidas vencidas negativadas;
  • Consultas à Serasa Experian;
  • Faixa etária do consumidor;
  • Cadastro Positivo devidamente aberto;
  • Dados cadastrais do consumidor atualizados;
  • Registros de pagamento de contas em dia;
  • Avaliações de crédito frequentes;
  • Existência de processos judiciais envolvendo o indivíduo;
  • Cadastro de emissão de cheques sem fundo.

 

(*) Com informações da assessoria

 

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