Arisson se apresentou na delegacia na tarde de segunda-feira, 3, onde os policiais civis deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva - (Foto: Reprodução)
Arisson Santos Queiroz, 22 anos, suspeito da autoria no assassinato do Cabo da Polícia Militar, Heverton Pereira de Freitas, 38 anos, foi apresentado no prédio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) na manhã de terça-feira, 4, após o cumprimento de mandado de prisão preventiva, expedido no dia do crime ocorrido no último domingo, 1º de dezembro.
De acordo com titular da DEHS, delegado Orlando Amaral, Arisson estava sendo investigado pela equipe da especializada, pela autoria do homicídio do policial militar Heverton. O crime aconteceu, por volta das 5h30, em frente à residência da vítima situada na rua Seis, bairro São José 3, zona Leste de Manaus.

Arisson se apresentou na delegacia na tarde de segunda-feira, 3, onde os policiais civis deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva – (Foto: Reprodução)
No dia do crime, a vítima estava consumindo bebidas alcoólicas em frente à casa onde morava, junto com amigos. Por volta das 4h, Arisson estava passando pela rua, quando foi convidado para beber com os demais.
Conforme o titular da DEHS, logo no início da manhã, o policial militar se desentendeu e agrediu fisicamente uma das mulheres que estava presente. Na ocasião, Arisson interveio e passou a travar luta corporal com a vítima. De imediato, o autor pegou uma faca que estava no local e desferiu os golpes que causaram a morte de Heverton. A vítima chegou a ser socorrida, mas veio a óbito.
Arisson se apresentou na delegacia na tarde de segunda-feira, 3, onde os policiais civis deram cumprimento ao mandado de prisão que já havia em nome de Arisson. A ordem judicial por homicídio qualificado foi expedida no dia 1 de dezembro deste ano, pelo juiz Genésio Braga Neto, da 6 Vara Criminal.
Arisson foi indiciado por homicídio qualificado. Ao término dos procedimentos cabíveis na DEHS, ele será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde irá ficar à disposição da Justiça.





