Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Cenário

‘O asfalto tem que sair. Não por capricho, mas por justiça’, diz Plínio Valério

Para o senador, a BR-319 é uma estrada de dignidade, essencial para a integração do Amazonas.

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Senador Plínio Valério no Senado Federal - Foto: (Carlos Moura/Agência Senado)

Brasília (DF) – O senador Plínio Valério (PSDB-AM) comemorou com cautela o anúncio de acordo entre os ministros Marina Silva e Renan Filho para o asfaltamento da BR-319 e cobrou resultados concretos. Ele alertou que o asfaltamento não pode ser adiado mais uma vez e afirma que vai acompanhar de perto o andamento do Grupo de Trabalho. Para o senador, a BR-319 é uma estrada de dignidade, essencial para a integração do Amazonas, para o direito de ir e vir e para o desenvolvimento de uma região que carece de muitas necessidades.

Veja a declaração:

“O asfaltamento da BR-319 é uma causa da” qual eu não abro mão, como senador e como amazonense. Por isso, recebo com alegria, mas com cautela, o anúncio do acordo entre os ministros Marina Silva e Renan Filho para tirar do papel, de uma vez por todas, o asfaltamento da rodovia. Mas sigo em alerta. Está previsto um Grupo de Trabalho que vai durar 8 meses, mas ele precisa apresentar resultados concretos e ação, e não pode virar enganação ou uma forma de adiar o que a população do Amazonas espera há décadas.

Desde o ministro Tarcísio há preocupação com ações que conciliem desenvolvimento e sustentabilidade. O ministro Renan também já havia criado um Grupo de Trabalho que incluiu as exigências ambientais, medidas compensatórias, projetos de travessia segura da fauna e de prevenção do desmatamento. Não saiu porque as ONGs e os Observatórios não deixaram. Não aceito que agora esse novo GT seja usado como desculpa para continuar empurrando com a barriga.

A BR-319 não é rodovia de passeio. É estrada de dignidade. Manaus é a única capital do planeta com 2 milhões de habitantes que não tem ligação por estrada com nenhuma outra capital brasileira. Isso é inaceitável. Não há como falar em integração, em desenvolvimento, em segurança alimentar sem garantir a conexão por terra com o restante do país.

Vou acompanhar passo a passo o andamento desse grupo. E seguirei cobrando. O asfalto tem que sair. Não por capricho, mas por justiça”.

(*) Com informações da assessoria 

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