(Foto: VitalikRadko/Depositphotos)
“O volume estimado de tentativas de fraude no semestre reforça a urgência de investimentos contínuos em autenticação, análise de comportamento e tecnologias antifraude em camadas. Proteger os dados e garantir jornadas digitais seguras é um desafio crescente e precisa ser prioridade para empresas e consumidores”, afirma o diretor de Autenticação e Prevenção a Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha, em nota.
O Fraudômetro é baseado no Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian, que cruza dois conjuntos de informações: o total de consultas mensais de CPFs na base da companhia e a estimativa de risco de fraude, obtida com a aplicação de modelos probabilísticos de detecção de fraudes desenvolvidos pela empresa, apoiados nos dados dos brasileiros e na tecnologia Experian global já consolidada em outros países.
O número é alcançado com a equação entre a quantidade de CPFs consultados versus a probabilidade de fraude observada, além da adição do volume de tentativas de fraudes registradas pela companhia referentes a verificação de documentos, biometria facial e verificação cadastral, acrescenta a Serasa.
(*) Com informação do Estadão Conteúdo.
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