Manaus (AM) – A proposta de Donald Trump de criar um Conselho da Paz, alternativa à ONU e ligada ao plano para Gaza, gerou reações divididas no cenário internacional. Governos e diplomatas criticam a iniciativa por possíveis violações de soberania e por enfraquecer instituições multilaterais como a ONU e o Brics.
O Brasil foi convidado a participar, mas Lula ainda não respondeu, e o Itamaraty mantém sigilo sobre os detalhes do projeto. Outros países, como Turquia, Canadá, Egito e Argentina, também receberam convite, enquanto a Argentina já confirmou adesão. O Conselho seria presidido por Trump e teria papel central no plano para Gaza, com participação de figuras políticas que já despertam controvérsia.
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