(Foto: Reprodução/Instagram Melqui Galvão)
Manaus (AM) – O lutador e professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como Melqui Galvão, foi preso sob suspeita de crimes sexuais contra alunas. Ele atuava como instrutor de defesa pessoal na Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
A prisão ocorreu na noite de segunda-feira (27), após o cumprimento de mandado de prisão temporária. A informação foi confirmada pela corporação.
Servidor efetivo da PC-AM, Melqui estava lotado no setor de capacitação, onde ministrava treinamentos de defesa pessoal. Diante da gravidade das denúncias, ele foi afastado cautelarmente das funções até a conclusão das investigações.
A ordem de prisão foi expedida pela Justiça de São Paulo, onde o caso é investigado pela Polícia Civil paulista. As denúncias apontam suspeita de abuso sexual envolvendo ao menos três vítimas, entre elas uma adolescente de 17 anos.
Em nota enviada ao Portal AM1, a Polícia Civil do Amazonas informou que cumpriu o mandado de prisão temporária expedido pela Justiça paulista contra o investigado. A corporação confirmou ainda que o servidor integrava o quadro efetivo da instituição e atuava como instrutor de defesa pessoal no setor de capacitação.
Segundo a PC-AM, “diante da gravidade dos fatos”, foi adotado o afastamento cautelar do servidor, conforme previsão legal, até a conclusão das apurações. A instituição informou também que iniciou procedimentos para verificar a regularidade do vínculo funcional e possíveis incompatibilidades no exercício de atividades fora do estado.
“A Polícia Civil do Amazonas não compactua com qualquer tipo de irregularidade ou desvio de conduta, reiterando seu compromisso com a legalidade, a ética e a transparência”, destacou a corporação, em nota.
Confira a nota completa enviada pela PC-AM:
A Polícia Civil do Estado do Amazonas (PC-AM) realizou, na noite de segunda-feira (27/04), em Manaus, o cumprimento do mandado de prisão temporária, expedido pela Justiça do Estado de São Paulo, contra Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, no âmbito de investigação conduzida pela PC-SP.
O mesmo é servidor efetivo da PC-AM e estava lotado no setor de capacitação da instituição, atuando como instrutor de defesa pessoal. Diante da gravidade dos fatos, a PC-AM adotou o afastamento cautelar do servidor de suas funções, conforme previsão legal, até a conclusão das apurações, além de já ter iniciado apuração sobre a regularidade do vínculo funcional e eventuais incompatibilidades no exercício de atividades fora do estado.
A instituição também determinou o imediato encaminhamento do caso à Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública, para instauração de procedimento administrativo disciplinar para apuração rigorosa das circunstâncias.
A Polícia Civil do Amazonas reforça que não compactua com qualquer tipo de irregularidade ou desvio de conduta, reiterando seu compromisso com a legalidade, a ética e a transparência.
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