(Foto: Divulgação/PMAM)
Manaus (AM) – O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um inquérito civil para apurar a possível utilização irregular de escolta policial em um evento de natureza privada. A investigação foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do MPAM desta quinta-feira (13).
O procedimento, registrado sob o nº 06.2025.00001105-8, é conduzido pela 61ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública. O objetivo é verificar se houve irregularidade na utilização de estrutura da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) para atender ao evento.
Entre as primeiras medidas determinadas pelo MPAM está o envio de ofício ao Comando-Geral da PM para obter a íntegra do processo administrativo que deu origem ao Plano de Operação nº 078/AIO/2025.
O Ministério Público também quer identificar todos os policiais envolvidos no planejamento e na execução da operação e receber um relatório detalhado dos custos. A documentação deverá informar despesas com diárias, combustível, alimentação, horas extras, logística e comunicações.
Outro ponto da investigação é a justificativa técnica ou jurídica utilizada para autorizar o apoio institucional a um evento privado.
A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) também foi acionada para informar se houve uma solicitação formal de apoio, quem fez o pedido e quais critérios foram utilizados para autorizar a operação.
O MPAM ainda notificou o representante legal da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB 2025) para prestar esclarecimentos sobre eventual pedido de escolta, apoio logístico ou segurança institucional junto à Polícia Militar.
Confira:
LEIA MAIS:
- Eleição antecipada da Câmara de Maraã entra na mira do MPAM
- MPAM abre inquérito para investigar possível falta de repasses previdenciários e FGTS em Iranduba
- Duas cobranças, nenhuma resposta: MPAM pressiona Prefeitura de Envira por operar com apenas quatro PMs





