(Foto: Arthur Castro/Secom)
Manaus (AM) – A atuação de estudantes de Medicina na enfermaria de ortopedia do Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto está sendo acompanhada pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM). O órgão apura possíveis falhas no atendimento e a suspeita de que acadêmicos tenham realizado atividades que só poderiam ser feitas por médicos.
O caso consta no Procedimento Administrativo nº 09.2026.00000859-0, aberto pela 54ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos Humanos à Saúde Pública.
Segundo o documento publicado pelo MPAM, o objetivo é acompanhar “possíveis falhas no atendimento” relacionadas ao “suposto exercício irregular de acadêmicos de Medicina em atividades privativas de médicos” na enfermaria de ortopedia.
Na prática, o Ministério Público busca acompanhar uma situação que envolve os limites da atuação dos estudantes dentro do hospital. Acadêmicos podem participar da rotina de atendimento durante a formação, mas o procedimento do MPAM trata especificamente da suspeita de que tenham exercido funções reservadas a profissionais médicos.
O procedimento foi aberto em junho de 2026, mas o documento publicado não informa quais atividades teriam sido realizadas pelos estudantes. Também não diz quantos acadêmicos estariam envolvidos, quando os casos teriam ocorrido ou o que levou o Ministério Público a iniciar o acompanhamento.
O procedimento serve para acompanhar o caso e as medidas adotadas diante da situação.
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