mosca-da-carambola (Foto: OMS)
No Amazonas, oito municípios permanecem sob quarentena: Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manacapuru, Manaus, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Silves.
Além dessas localidades, outros 53 municípios amazonenses foram classificados como zona de tampão, área estabelecida para reduzir o risco de entrada e propagação do inseto. Entre eles estão Autazes, Parintins, Tefé, Coari, Maués, Humaitá, Manicoré, Careiro e Careiro da Várzea.
Praga ameaça produção de frutas
A mosca-da-carambola é considerada uma das principais ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira. O inseto pode atingir mais de 40 espécies de frutas, entre elas manga, goiaba, acerola, mamão, caju, jambo e laranja.
Os danos são provocados pelas larvas, que se desenvolvem no interior dos frutos e se alimentam da polpa, causando apodrecimento e queda antes do período adequado de colheita.
Risco econômico e comercial
Além dos prejuízos à produção agrícola, a presença da praga pode provocar restrições ao transporte e à comercialização de frutas, afetando produtores e a cadeia de distribuição.
A prorrogação da emergência fitossanitária permite a continuidade das ações de vigilância, prevenção e controle nos estados atingidos ou considerados áreas de risco.
Com a decisão do Ministério da Agricultura, o Amazonas continuará submetido às medidas de proteção fitossanitária até novembro de 2027.
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