(Foto: Divulgação OAB e Print rede social)
Manaus (AM) –Advogados que atuam no Estado do Amazonas relataram, nas últimas semanas, dificuldades com o sistema eletrônico PROJUDI (Processo Judicial Digital), que tem apresentado instabilidade frequente e períodos de indisponibilidade, prejudicando o acesso e a tramitação de processos, especialmente às vésperas do recesso judicial.
Em publicações nas redes sociais da OAB-AM, profissionais expressaram frustração com a situação.
“Povo tá preocupado com o 5º Constitucional e a advocacia sofrendo às vésperas do recesso, com o PROJUDI fora do ar o dia inteiro!”, disse um internauta. Outros questionaram diretamente a Ordem sobre a falta de respostas e soluções imediatas.




Segundo profissionais do direito, o sistema “não funciona, vive indisponível” e tem sido alvo de reclamações de usuários que não conseguem emitir certidões de indisponibilidade nem protocolar petições de forma contínua.
Relatos também indicam que a escolha do sistema teria se dado por ser gratuito, mas que em vez de retornar a sistemas anteriormente utilizados, como o e-SAJ, foi discutida apenas a possibilidade de migração para o PJE, outra plataforma de processo eletrônico usada em diversos tribunais brasileiros.
Alguns advogados afirmam que as opções efetivas de sistema são limitadas no momento.
O PROJUDI foi implantado no Amazonas como parte da estratégia de digitalização dos processos judiciais, com o objetivo de permitir acesso remoto de advogados, partes e juízes, eliminando o uso de papel e acelerando os trâmites processuais.
O sistema é uma ferramenta desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e adotada por diversas unidades do Judiciário.
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