Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Cenário

Após ser cassado e não se reeleger, Peixoto assume cargo no Implurb

No dia da sua posse, Almeida anunciou que Peixoto faria parte do seu secretariado, já que não conseguiu retornar para a CMM.

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(Fotos: Reprodução/Redes sociais - @antoniopeixoto_am)

Manaus (AM) – Derrotado nas eleições municipais de 2024, o ex-vereador Antônio Peixoto (PSD), conhecido por sua atuação na Câmara Municipal de Manaus, aliado ao prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), garantiu um espaço estratégico na administração pública.

No dia da sua posse, Almeida anunciou que Peixoto faria parte do seu secretariado, já que não conseguiu retornar para a Câmara Municipal no último pleito. E, nessa quinta-feira (2), o político foi nomeado vice-presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb).

 

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(Foto: Divulgação/DOM)

A nomeação de Peixoto e de outros ex-vereadores que não foram reeleitos é um gesto do chefe do Executivo municipal de manter a sua aliança com eles. David disse, na ocasião, que “não poderia deixar guerreiros no caminho”, pois estes estiveram ao seu lado durante toda a campanha eleitoral.

Durante seu mandato como vereador, Peixoto teve atuação marcada por alinhamento constante com o Executivo. Agora, como vice-presidente do Implurb, terá a responsabilidade de gerenciar questões que impactam diretamente a qualidade de vida dos cidadãos, como mobilidade, zoneamento e urbanização. Vale ressaltar que o político é formado em engenharia civil.

Nas redes sociais, o ex-vereador, agora vice-presidente do Implurb, agradeceu ao prefeito pelo cargo. A publicação inclui uma foto em seu novo local de trabalho com a imagem do prefeito David Almeida ao fundo, destacando a legenda: “Hoje foi o dia de iniciar um novo capítulo na minha vida”.

 

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(Foto: Reprodução/redes sociais – @antoniopeixoto_am)

Cassado

Vale lembrar que o ex-vereador teve o mandato cassado em 2024 após o também ex-vereador Isaac Tayah (MDB) entrar na Justiça Eleitoral alegando que o partido Agir havia praticado fraude na cota de gênero nas eleições municipais de 2020. A cassação foi votada no dia 12 de março pelo TRE-AM com o placar de 5 a 1.

 

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