A proposta altera regras sobre a estabilidade de futuros servidores e deve prever redução dos salários iniciais.
Bolsonaro já prometeu mandar o texto ao Legislativo na semana retrasada e passada, mas, no domingo, 17, disse que o texto “vai aparecer aí, mas vai demorar um pouco”.
Como o jornal O Estado de S. Paulo noticiou, a elite do funcionalismo público trabalha para barrar a iniciativa do Executivo.
O presidente disse, ainda nesta segunda que “é lógico” que aguarda o melhor cenário para liberar o texto. “Tenho de mandar para lá para ter menos atrito possível. É só isso”, afirmou.
Bolsonaro comentou sobre a reforma após cerimônia voltada para a equipe de segurança do Palácio do Planalto.





