Foto: Reprodução
Brasília, DF – Mesmo com um alto preço dos combustíveis, os transportadores rodoviários e motoristas autônomos de todo o Brasil convocaram uma paralisação para reivindicar direitos da categoria, a partir desta segunda-feira (1). Apesar da movimentação nas redes sociais, o protesto segue com baixa adesão.
No Distrito Federal, por exemplo, a Polícia Federal Rodoviária informou que não há bloqueio de vias na capital ou movimentação dos caminhoneiros. O Correio Braziliense esteve na concentração dos caminhoneiros para a greve, mas a equipe encontrou poucos profissionais no local.
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Parte das lideranças afirmaram que a greve desta segunda-feira seria a maior desde 2018, quando a categoria paralisou as atividades, o que provocou desabastecimento em todo Brasil. Porém, associações anunciaram a retirada do apoio às vésperas da manifestação.
Entre os pedidos da classe, está a mudança da política de preços da Petrobras, o piso mínimo do frete, o retorno da aposentadoria especial com 25 anos de serviço, além da redução do preço do diesel. As lideranças que convocaram o ato nesta segunda foram as mesmas da manifestação anterior, em fevereiro.
(*) Com informações do Correio Braziliense
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