Manaus, 13 de junho de 2024
×
Manaus, 13 de junho de 2024

Cidades

Categoria diz que Roberto Cidade ignorou ato dos servidores da segurança pública

Servidores da segurança pública realizaram mobilização em frente à Assembleia Legislativa, para reivindicar principalmente o pagamento da data-base.

Categoria diz que Roberto Cidade ignorou ato dos servidores da segurança pública

Manifestação servidores Segurança Pública (Foto: Celso Maia/Portal AM1)

Manaus (AM) – Representantes da categoria dos trabalhadores da segurança pública estiveram nesta terça-feira (28) em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) em ato a fim de reivindicar o pagamento da data-base.

Os manifestantes haviam anunciado a mobilização marcada para hoje, via redes sociais, na semana passada.

Os servidores relataram ao Portal AM1 que o objeto da manifestação, em frente à Aleam, é apresentar a demanda da categoria, que tem como pauta principal o pagamento da data-base; mas não foram atendidos pelo presidente da Casa, Roberto Cidade (União Brasil).

“Nós tivemos uma luta há mais de 2 meses, fizemos várias mobilizações, colocamos uma barraca em frente à sede do governo, que já está na terceira semana e, de forma republicana, nós procuramos conversar com o governador; mas ele não tem nos atendido. Já tivemos audiência pública, mas não fomos atendidos pelo presidente dessa Casa”, disse James Figueiredo, presidente do Simpol (Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil Do Estado do Amazonas).

Conforme os policiais, somente o deputado estadual Dan Câmara (Podemos) tem aberto o diálogo com a categoria. No entanto, o líder do governo, o deputado estadual Felipe Souza (Patriota), prometeu tentar uma “aproximação” entre os servidores e o governador Wilson Lima (União Brasil).

Os policiais também rebateram uma nota de Wilson Lima após ato em frente à sede do governo, na semana passada, onde ele diz que “já negociou” com a categoria e que os servidores do Amazonas têm os “melhores” salários. Segundo eles, os policiais do estado “já tiveram” o melhor salário e isso foi “há quatro anos”.

Além de reivindicar a reposição de perdas salariais, um dos representantes do ato voltou a afirmar sobre a possibilidade de não realizar policiamento durante o Festival Folclórico de Parintins, em junho, caso a classe não seja atendida.

“Não estique essa corda, ela pode quebrar e a responsabilidade pode ser sua. Junho está chegando e nós não queremos trazer problemas”, declarou James Figueiredo.

 

LEIA MAIS: