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Com o fim da CPI da Covid, Plínio insiste na investigação de ONGs na Amazônia

• Publicado em 21 de outubro de 2021 – 16:34

BRASÍLIA, DF – Na semana da apresentação do relatório final da CPI da Covid, o senador Plínio Valério (PSDB) voltou a pedir a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação de ONGs na Amazônia. Para isso, o parlamentar do Amazonas usou as redes sociais para apresentar cinco motivos, que segundo ele, justificam a abertura da investigação da pauta, em Brasília.

“É hora de instalarmos a CPI que vai investigar as ONGs na Amazônia. É preciso. A CPI está aprovada e está pronta para funcionar no Senado. Como senador da República, estou com a missão de escancarar a nossa realidade para desmascarar aqueles que usam a Amazônia para arrecadar dinheiro”, escreveu o senador na publicação.

Na postagem, Plínio mostrou uma série de cards com as motivações para apurar o trabalho dessas entidades na região. No primeiro, o parlamentar alegou que “não há transparência” porque “ninguém sabe para onde vai o dinheiro que essas ONG recebem, nem como ele (recurso) é aplicado”.

Leia mais: Tasso desiste e Plínio vai apoiar Arthur nas prévias do PSDB

Em seguida, o senador sustentou que as ONGs atuantes na Amazônia usam a imagem de indígenas e ribeirinhos para ganhar dinheiro. Ele também argumentou que essas organizações “ameaçam” a soberania e impedem o desenvolvimento”, sob o pretexto de defender o meio ambiente. “Assim, somos condenados ao isolamento eterno com pessoas na miséria e nosso Amazonas sem a BR 319, por exemplo”, declarou na postagem.

Além disso, o político amazonense alegou que esses grupos compram terras deliberadamente e que já chegou a denunciar um caso no município de Coari, onde conforme ele, uma ONG teria comprado uma área equivalente a 105 campos de futebol.

Em outro trecho da publicação, o parlamentar defendeu que a investigação “servirá para separar o joio do trigo”, dando continuidade ao trabalho das ONG com atuação séria e mirando nas “organizações de fachada, que trabalham com interesses obscuros”.

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