O ex-superintendente da Suframa e pré-candidato a deputado federal, Coronel Menezes, rebateu críticas recebidas de “pessoas que se dizem de direita, mas não fazem nada” e afirmou que seu brilho político incomoda adversários. Sem citar nomes, Menezes disse que alguns delegados que o criticam não têm reconhecimento profissional e comparou a situação à fábula do vagalume e da cobra. “Vem para cá, não fica gravando vídeo. Caminhei mais de 180 quilômetros ao lado do povo, enfrentando calor, chuva e dificuldades”, disse durante a “Caminhada pela Liberdade”, em Brasília, ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL).
Embora Menezes não tenha citado nomes, a indireta pode ter sido direcionada ao deputado estadual Delegado Péricles (PL-AM) e ao delegado Costa e Silva (PL-AM). Péricles questionou a representatividade política de Menezes, afirmando que ele não possui mandato eletivo e que Bolsonaro teria rompido qualquer diálogo com o ex-superintendente. Em resposta, Menezes cobrou explicações sobre a atuação do deputado nas eleições municipais de 2024 e acusou omissão no apoio ao então candidato Capitão Alberto Neto (PL) à Prefeitura de Manaus.
A troca de acusações se intensificou com a publicação de um vídeo de Menezes com Alberto Neto durante a caminhada, provocando reação do delegado Costa e Silva, que o classificou como traidor. “Menezes teve a oportunidade de apoiar o Capitão Alberto Neto na disputa pela Prefeitura de Manaus, mas decidiu caminhar com Roberto Cidade. Para Bolsonaro, Menezes ‘acabou’ e ele sabe disso”, afirmou Costa e Silva, reforçando o clima de disputa e tensões internas na direita amazonense.
LEIA MAIS:





