A nova medida expõe ainda mais a já frágil confiança na política ambiental do governo Wilson Lima, alvo de críticas por suposto relaxamento na fiscalização e pelo avanço de irregularidades na exploração dos recursos naturais do Amazonas.
A portaria do promotor Edgard Maia de Albuquerque Rocha, da 70ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, aponta indícios, ainda sob apuração, de que servidores ou terceiros teriam participado de um esquema envolvendo exploração ilegal de madeira nativa, falsificação de documentos, concessões irregulares de licenças e inclusão de informações supostamente fraudulentas nos sistemas de controle do próprio IPAAM.
Caso tais suspeitas se confirmem, não se trataria apenas de um episódio de dano ambiental, mas de um ataque direto ao patrimônio público e à já combalida credibilidade das instituições encarregadas de fiscalizar o setor no Estado.
LEIA MAIS:





