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‘Não quero correria’, afirma Gilmar Nascimento sobre cadeira herdada na CMM

• Publicado em 23 de setembro de 2021 – 17:10

MANAUS, AM – O ex-vereador Gilmar Nascimento (DEM) disse que aguarda decisão da Justiça Eleitoral para assumir suplência na Câmara Municipal de Manaus (CMM), no lugar de seu companheiro de partido, o vereador Sandro Maia, que foi cassado nesta quarta-feira (22), após denúncia de Gilmar sobre abuso do poder econômico ou político.

Gilmar disse que aguarda, sem pressa, para assumir a cadeira na CMM – até mesmo porque a decisão judicial ainda cabe recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Questionado sobre ser do mesmo partido e ter feito a denúncia contra Maia, Gilmar respondeu que não pode se cercear do seu próprio direito, quando há inconsistências na candidatura de um colega.

“Olha, eu tenho respeito por todos do partido. Eu faço parte de um time, imagina se alguém está jogando errado e esse alguém usa de forma errada para se prevalecer, ele tem que sair do time. A denúncia faz parte da eleição, que continua mesmo após o resultado nas urnas, pois não pode cometer nenhum erro antes, durante e depois do pleito eleitoral. Se a gente quer transparência, não se pode achar que venceu só com o resultado, como foi que conquistou esses votos? Quem viola a lei é fora da lei e a lei traz as sanções para te punir!”, argumentou Gilmar.

Ainda, segundo o ex-vereador, há provas suficientes da utilização do Instituto Sandro Maia para promoção pessoal do vereador cassado. Gilmar disse que existe publicações desde o início de 2020 em que Maia aparecia chamando a população para fazer diversos cursos no referido instituto, usando, inclusive, o mascote e os funcionários do local.

Leia mais: Sandro Maia tem diploma de vereador cassado pelo TRE-AM

Outros apontamentos feitos por Gilmar na ação são de que Maia venceu as eleições apenas em três zonas do seu bairro de atuação, no caso, o Alvorada, na zona Centro-Oeste de Manaus, por realizar aniversários, pagando a festa, distribuindo cestas básicas e outras ”benesses.”

“Só acredito que Deus é Deus em todos os momentos e na Justiça Eleitoral, que vai analisar o processo. Sempre que faço as coisas coloco no propósito de Deus, mas eu também não poderia ficar de braços cruzados, num comportamento abusivo de poder”, finalizou Gilmar Nascimento.

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