Manaus, 8 de julho de 2026
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Manaus, 8 de julho de 2026

Cidades

Crime de ameaça é o mais registrado contra menores no AM nos primeiros meses do ano

O levantamento do painel de indicadores criminais aponta 211 casos de ameaça, número superior a outras ocorrências envolvendo menores de idade.

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(Foto: Divulgação/Freepik)

Manaus (AM) – Dados do Painel de Indicadores Criminais – Crimes contra Criança e Adolescente disponível no observatório de segurança pública revelam que o crime de ameaça é o mais recorrente entre os registros envolvendo vítimas menores de idade no Amazonas em 2026.

De acordo com o levantamento, apenas nos primeiros meses do ano, foram contabilizados 211 casos de ameaça, número significativamente superior às demais naturezas analisadas. Em seguida, aparecem os registros de abandono de incapaz, com 122 ocorrências.

Outros crimes também figuram no painel, mas com menor incidência, como assédio sexual, que soma 9 casos, e o crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) relacionado a aliciar criança com o fim de praticar ato libidinoso, também com 9 registros.

No recorte mensal, há crescimento entre janeiro e fevereiro em algumas naturezas, indicando possível aumento nas notificações ou intensificação das ocorrências.

Além dos gráficos, o painel apresenta um mapa com a distribuição dos casos por município, evidenciando que as ocorrências se espalham por diversas regiões do estado, com variações de intensidade. Segundo o órgão, as estatísticas são consolidadas com base nos boletins registrados e podem sofrer atualizações ou retificações.

Confira:

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Lei cria apoio e reinserção para menores vítimas de violência familiar

A Lei nº 7.248/2024 do Amazonas estabelece diretrizes para apoiar e promover a reinserção social de crianças e adolescentes vítimas de crimes cometidos por pais ou responsáveis já condenados.

Prevê a coleta de dados junto a órgãos como o Ministério Público e a Delegacia Especializada Em Proteção À Criança e ao Adolescente (DEPCA), além da oferta de apoio psicológico e assistencial às vítimas. Também orienta a identificação de sinais de violência, como mudanças de comportamento, isolamento, lesões físicas e outros itens.

Entre os objetivos, estão a reintegração social dessas crianças, o encaminhamento para lares seguros quando necessário e a realização de estudos estatísticos sobre a política estadual.

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