(Foto: Diego Peres/Secom)
Manaus (AM) – O governador do Amazonas, Wilson Lima, recebeu uma enxurrada de críticas nas redes sociais após afirmar que a prisão de Jair Bolsonaro foi “desproporcional e desnecessária”. O ex-presidente foi preso preventivamente neste sábado (22), em Brasília, Polícia Federal.
Reações nas redes sociais
Internautas reagiram com indignação às declarações do governador. Entre os comentários mais duros:
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“Wilson Lima será o próximo.”
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“Wilson Lima já devia estar preso faz tempo.”
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“Ele deveria correr para garantir a saúde do estado do Amazonas, que está um caos”, criticou outro internauta, ressaltando a celeridade do governador em defender Bolsonaro enquanto o estado enfrenta problemas em várias áreas.
Críticas à gestão do Amazonas
Wilson Lima tem sido alvo constante da população, que questiona principalmente a saúde pública, cuja realidade difere do que é divulgado em campanhas do governo. O governador, que se mostra ativo nas redes sociais em apoio ao bolsonarismo, tem sido cobrado por não apresentar soluções concretas para os problemas internos do estado.
Prisão de Bolsonaro e posicionamento político
Segundo o ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica durante a madrugada, aproveitando uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro.
Ele foi levado à superintendência da PF por volta das 6h35, sem algemas, conforme determinação judicial. A decisão prevê também audiência de custódia por videoconferência, atendimento médico 24h e restrição total de visitas, exceto advogados e equipe de saúde.
Condenado a 27 anos e três meses por participação no núcleo golpista, Bolsonaro pode ter a pena executada nas próximas semanas. Desde agosto, ele cumpria prisão domiciliar por descumprir medidas cautelares, incluindo a proibição de uso de redes sociais.
A decisão também leva em conta a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que poderia facilitar uma eventual tentativa de escape. Neste domingo (23), está marcada a audiência de custódia, por videoconferência, na Superintendência da
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