Manaus, 6 de julho de 2026
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Manaus, 6 de julho de 2026

Cenário

Derrotado nas urnas, Sassá adia decisão política e segue na prefeitura

Mesmo fora da Câmara Municipal, ex-vereador mantém cargo na gestão de David Almeida e evita se comprometer com futuras candidaturas.

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(Foto: Alberto César Araújo/Aleam)

Manaus (AM) – Assim como outras figuras políticas do Amazonas, o ex-vereador de Manaus Sassá da Construção Civil (PT) avalia que 2025 ainda é cedo para definir estratégias eleitorais visando as Eleições Gerais de 2026. Segundo ele, o futuro político será decidido apenas em 2026.

Apesar de não ter sido reeleito nas Eleições Municipais de 2024, Sassá continua atuando na administração pública. O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), nomeou o petista como secretário extraordinário da prefeitura, o que mantém seu nome ativo nos bastidores políticos da capital.

Nas eleições municipais de 2024, Sassá da Construção Civil recebeu 5.006 votos da população manauara. No entanto, se quiser disputar um cargo nas eleições majoritárias de 2026, seja na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Câmara dos Deputados, Senado, Governo do Estado ou até mesmo Presidência —, precisará ampliar sua base eleitoral, sobretudo no interior do estado.

Como comparação, nas Eleições Gerais de 2022, o deputado estadual eleito com a menor votação foi Rozenha (PMB), com 20.876 votos — mais que o triplo do número conquistado por Sassá em 2024. A diferença mostra o desafio que o ex-vereador terá, caso queira disputar uma vaga na Aleam ou em qualquer outro cargo relevante em 2026.

Apesar das especulações, Sassá se mantém cauteloso. Em entrevista à Rede Onda Digital, ele reforçou que não tomará nenhuma decisão antes de março de 2026. Para ele, ainda é prematuro discutir estratégias neste momento.

“Só vou decidir alguma coisa a partir de março do ano que vem, em 2026. Está muito cedo para a gente definir alguma coisa. Porque a gente sabe como é a política… você fala uma coisa hoje, amanhã pode mudar. Então, só vou decidir meu futuro político em 2026. Com a conjuntura, vamos ver como vai ser”, disse o atual secretário extraordinário.

 

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