Joaby Evangelista de Araújo foi condenado a mais de 33 anos de reclusão pela prática de feminicídio contra sua ex-companheira, Maria Lídia França de Lima, que veio a óbito, após ter 90% do corpo queimado, conforme a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). O crime aconteceu em maio de 2017, no município de Tefé, localizado a 522 quilômetros de Manaus.
A decisão da condenação de Joaby, foi feita pela 1° Promotoria de Justiça de Tefé, presidida pelo juiz da 1ª. Vara da Comarca, André Luiz Muquy, que instituiu a pena em 33 anos e 9 meses em regime fechado.
A Promotora de justiça Fábia Oliveira, que atuou no caso, declara que o crime acorreu por motivos torpes, premeditado e associado ao feminicídio, que ocorre na presença de relação afetiva, quando o crime é praticado contra a mulher em razão do seu gênero feminino e ou sempre que o crime estiver atrelado à violência doméstica e familiar.
Entenda o caso
O crime aconteceu na madrugada do dia 27 de maio de 2017, na rua Raimundo Lima, no bairro Jerusalém, em Tefé. A professora foi agredida pelo companheiro e em seguida, com gasolina, Joaby ateou fogo no corpo de Maria. A vítima foi socorrida pelo filho e vizinhos e levada para o hospital do município. Maria Lídia foi transferida para o hospital em Manaus, onde foram registradas queimaduras de 3° grau em quase 90% do corpo, cujo ferimentos foram a causa de sua morte, falecendo no dia 1º de junho de 2017.
(*) Com informações da assessoria





