Manaus, 7 de julho de 2026
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Política

Ex-ministro de Bolsonaro descarta assumir Diretoria-Geral do TSE

O general da reserva deixará de assumir a vaga por questões particulares

Ex-ministro de Bolsonaro descarta assumir Diretoria-Geral do TSE

Foto: Reprodução / Internet

O ex-ministro da Defesa no governo do presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), o general Fernando Azevedo e Silva desistiu de assumir posto costurado pelo ministro Alexandre de Moraes, na Diretoria-Geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A desistência foi comunicada pelo próprio militar, nessa terça-feira (15), aos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, que assumem, respectivamente, a presidência e a vice-presidência da Corte Eleitoral. Fachin e Moraes passarão a comandar o tribunal no próximo dia 22 de fevereiro.

O general da reserva deixará de assumir a vaga por questões particulares: “em virtude de questões pessoais de saúde e familiares”. Outro nome deverá ser escolhido em reunião marcada na vice-presidência do TSE, O general da reserva deixará de assumir a vaga por questões particulares: “em virtude de questões pessoais de saúde e familiares”. Outro nome deverá ser escolhido em reunião marcada nesta sexta-feira (18), na vice-presidência do TSE.

Cargo

Azevedo ocuparia um cargo-chave no tribunal e ficaria responsável por lidar com questões administrativas e de segurança. Sua presença também era vista como uma forma de o TSE manter ponte com os militares durante as eleições. A entrada do ex-ministro foi costurada por Moraes e anunciada em dezembro de 2021.

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Saída do governo

Azevedo foi o 1º ministro da Defesa do governo Bolsonaro, ocupando o cargo até 29 de março de 2021. Sua saída foi na véspera do aniversário do golpe militar de 1964, em 31 de março.

Na ocasião, ele teria dito a auxiliares que estava deixando o ministério porque não queria repetir o evento realizado no ano anterior, quando Bolsonaro sobrevoou a Esplanada dos Ministérios em uma manifestação que pedia o fechamento do STF.

Azevedo também teria se oposto a um desfile de tanques e blindados de guerra solicitado por Bolsonaro.

No Judiciário, o general mantém pontes com o Supremo, onde foi assessor do ministro Dias Toffoli durante sua presidência, em 2018.

(*) Com informações Poder360