Manaus, 24 de fevereiro de 2024
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Manaus, 24 de fevereiro de 2024

Cidades

Fiocruz recomenda ‘atenção’ no AM por alta nos casos de Covid-19

Nos últimos sete dias, o Amazonas registrou 660 casos confirmados de Covid, uma internação em UTI, e outras sete pessoas internadas em enfermaria.

Fiocruz recomenda ‘atenção’ no AM por alta nos casos de Covid-19

(Foto: SES-AM/Divulgação)

Manaus (AM) – A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recomendou “atenção” nesta quinta-feira (1º) ao Amazonas para o aumento de Síndromes Respiratórias Agudas (SRAG) causado pelo alta nos casos de Covid-19.

Conforme o Boletim InfoGripe da Fiocruz, dez estados, entre eles, Amazonas, Acre, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Sergipe e Tocantins apresentam tendência de aumento a longo prazo.

Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, o aumento se concentra nas faixas etárias da população adulta, com sinal de associação aos casos de Covid-19 durante o mês de janeiro.

“O aumento começou pelo Centro-Sul e afetou o Nordeste no final do ano passado, chegando ao Norte apenas, agora, na virada do ano”, disse.

Mortalidade

Nos últimos sete dias, o Amazonas registrou 660 casos confirmados de Covid, uma internação em UTI, e outras sete pessoas internadas em enfermaria. Nenhuma morte por Covid foi registrada nesse período. Desde o início da pandemia, o Estado registrou 14.487 mortes pela doença, que já matou 640.543 no país.

No Brasil, nas últimas oito semanas, a incidência e a mortalidade de SRAG mantêm o padrão típico de maior impacto entre crianças pequenas e idosos. Também nos casos de SRAG por Covid-19 permanece o cenário de maior impacto nas crianças até dois anos e população a partir de 65 anos.

“Enquanto a incidência de SRAG apresenta impacto mais elevado nas crianças até dois anos de idade, em termos de mortalidade temos o inverso, com a população a partir de 65 anos sendo a mais impactada. Outros vírus respiratórios com decorrentes da SRAG nas crianças pequenas são o Vírus Sincicial Respiratório [VSR] e o rinovírus. No agregado nacional, a influenza mantém volume significativamente baixo. Já o VSR apresenta indícios de possível aumento em alguns locais do país”, disse o coordenador.

 

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