Eike Batista é acusado de repassar 16,5 milhões de dólares em propina para Sérgio Cabral por meio de contratos fraudulentos com o escritório de Adriana Ancelmo. (Foto: Sandro Fox/Agência O Dia)

Eike Batista é acusado de repassar 16,5 milhões de dólares em propina para Sérgio Cabral por meio de contratos fraudulentos com o escritório de Adriana Ancelmo. (Foto: Sandro Fox/Agência O Dia)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes mandou soltar hoje o empresário Eike Batista, preso, no final de janeiro na Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Lava Jato. O empresário é réu na Justiça Federal do Rio por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
De acordo com a decisão do ministro, Eike deverá ser solto se não estiver cumprindo outro mandado de prisão. Caberá ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal no Rio de Janeiro, avaliar se o empresário será solto e aplicar medidas cautelares.
“Nada mais injusto do que a manutenção da prisão preventiva de um réu, a contrapelo da ordem constitucional e infraconstitucional, apenas para satisfazer a supostos anseios de justiçamento por parte da população, os quais, desacoplados do devido processo legal, se confundem inelutavelmente com a barbárie”, argumenta a defesa.





