(Foto: EBC)
Menos de um mês depois após o governador Amazonino Mendes chamar a Umanizzare Gestão Prisional de fantasma que deveria ser afastado, e de afirmar que o contrato com a empresa não seria renovado, o governo do Estado publicou mais três aditivos ao contrato, no valor de R$ 54 milhões. A informação foi publicada pelo jornal Diário do Amazonas.

Empresa administra seis presídios no Amazonas (Foto: EBC)
Empresa administra seis presídios no Amazonas (Foto: EBC)
A Umanizzare é responsável pela gestão de seis unidades prisionais no Estado, incluindo o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), palco de 59 mortes no dia 1º de janeiro de 2017.
Os contratos foram aditivados pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) com a assinatura do secretário, Cleitman Rabelo.
Os contratos são nos valores de R$ 20,6 milhões, de R$ 18 milhões e de R$ 15,5 milhões.
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“Vamos afastar esse fantasma de vez”, disse Amazonino
No dia 11 de janeiro, quando fez o balanço dos primeiros cem dias de governo, Amazonino Mendes criticou abertamente o contrato com a Umanizzare. “Vamos afastar esse fantasma de vez. Eles continuam prestando serviço, mas não renovamos o contrato. O que pretendemos é fazer um auditoria e perícia, para saber quanto custa cada preso em cada unidade. Após isto, iremos fazer um projeto base e licitação descente e correta”, afirmou o governador.
O Site Amazonas1 entrou em contato com a Seap para explicar esses aditivos ao contrato e aguarda resposta da secretaria.





