(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Manaus (AM) – As polêmicas em nome do compadre e amigo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Coronel Menezes (Partido Progressistas), não param nunca. Nesta quinta-feira (6), circulou em diversos grupos e nas redes sociais um áudio comprometedor e um tanto polêmico, para uma pessoa cujo discurso conservador, tem sempre como princípios e regra Deus, pátria, família e liberdade, discurso proferido pelos políticos de direita e da frente conservadora.
O áudio é de uma conversa cujo tom é imoral e desrespeitoso com o público feminino. A voz bem parecida com a de Menezes diz para outra pessoa que responde por Joice:
“Ei, rapaz! Tu não me conhece? Então pronto! A gente vive sem negócio? Então pronto! A gente não mexe nas oficiais. O resto é com a gente. Nós temos pacto em relação a isso, a gente só não mexe com as oficiais”.
Enquanto o outro, Joice, diz que é confusão e chama as mulheres de “raparigas”, que no Brasil é pejorativo.
Acontece, que após a repercussão do áudio, Menezes gravou um vídeo. Ele afirma ter se dirigido à sede da Delegacia Geral para registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Cibernéticos.
Menezes diz que houve manipulação de um áudio particular e a intenção de quem propagou o vídeo foi difamar sua imagem e conduta, que são íntegras e respeitosas e, por isso, formalizou uma notícia-crime.
Conforme Coronel Menezes, a polícia já está de posse do material para analisar quem foi o responsável pela criação da deepfake, assim como pelo disparo na mídia.
Ouça o áudio vazado, o qual é atribuído a Menezes:
Nas redes sociais, internautas não perdoaram e dispararam comentários:
“Tão previsível! Esse é o Menezes em sua plena essência. Selava devastada”. “Esse nunca enganou ninguém”. “Falso moralista desde sempre”. “Um cristão infiltrado”, “Conservador é a cabeça da minha”. “Homens fazendo homice, entre outros tantos comentários. Mas houve também que o defedesse e, inclusive, um internauta chegou a questionar se a voz não poderia ter sido feita com inteligência artificial. Agora cabe à polícia investigar.
Assista:
“Não é possível mais admitir que este tipo de crime fique impune. Se não tomarmos as devidas providências legais, outras manipulações serão feitas prejudicando nossa imagem, ainda mais com a proximidade das eleições municipais”, frisou Menezes.
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