Manaus, 6 de novembro de 2026
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Manaus, 6 de novembro de 2026

Cidades

Lancha com passageiros bate em barranco e fica parcialmente submersa no Amazonas

Embarcação fazia o trajeto entre Santa Isabel do Rio Negro e Manaus quando ocorreu o acidente, nas proximidades de Novo Airão; vídeos mostram passageiros deixando a lancha.

Lancha Expresso Dedé ficou parcialmente submersa após colidir contra um barranco nas proximidades de Novo Airão, no Amazonas. (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Manaus (AM) – Uma lancha com passageiros colidiu contra um barranco nas primeiras horas desta sexta-feira (6), nas proximidades do município de Novo Airão, no interior do Amazonas. Após o impacto, a embarcação ficou parcialmente submersa, provocando momentos de tensão entre as pessoas que estavam a bordo.

Conhecida como “Expresso Dedé”, a lancha havia saído de Santa Isabel do Rio Negro com destino a Manaus. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a embarcação parcialmente dentro da água e passageiros deixando o local após a colisão.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o número de passageiros que estavam na lancha, nem sobre possíveis feridos ou vítimas.

As circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas. A Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, subordinada ao Comando do 9º Distrito Naval da Marinha do Brasil, é responsável pela fiscalização da segurança da navegação na região e poderá apurar as causas da ocorrência.

Estiagem aumenta atenção durante navegação

O acidente ocorreu durante o período de estiagem no Amazonas. Conforme o levantamento citado na publicação, atualizado nesta sexta-feira (6), os 62 municípios do estado são afetados pela redução do nível dos rios. Desse total, 47 estão em situação de emergência e 15 em estado de alerta.

Em Manaus, o nível do Rio Negro estava em 16,42 metros na atualização mais recente.

Durante a vazante, a redução do volume de água pode dificultar a navegação em diferentes trechos dos rios. O surgimento de obstáculos, como pedras e bancos de areia, além de áreas com menor profundidade, exige atenção redobrada dos condutores.

A estiagem também pode afetar o transporte de passageiros, mercadorias e alimentos, principalmente em comunidades ribeirinhas que dependem dos rios para acessar serviços essenciais.

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