Manaus, 7 de julho de 2026
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Política

Médicos dizem que Lula tem capacidade para assinar qualquer decreto

Equipe médica que cuida de Lula realizou coletiva, nesta manhã, para atualizar o quadro clínico do presidente.

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(Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Manaus (AM) – Equipe médica que cuida da recuperação do presidente Lula (PT), liderada por Roberto Kalil, garantiu, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (12) em São Paulo, que Lula (PT) tem capacidade para assinar qualquer decreto.

Na ocasião, um dos jornalistas questionou a assinatura recente de um decreto que poderia ter sido assinado por Lula. A equipe alegou não ter conhecimento se o presidente despachou ou não do hospital nesses últimos dias.

“Se a pergunta foi se ele tinha capacidade de assinar qualquer decreto? Capacidade total”, disse Roberto Kalil.

Nesta quinta-feira, Lula passou por um novo procedimento com “sucesso”, segundo os médicos, que se trata de um complemento ao procedimento cirúrgico ao qual Lula havia sido submetido.

O presidente deve ter alta no início da próxima semana, segundo avaliação médica do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Questionados por jornalistas sobre visitas e recomendações, por se tratar da posição de um presidente da República, os profissionais esclareceram que o repouso é correspondente à posição ocupada pelo político.

“A recomendação é de um repouso relativo. Mas evidentemente, depois do procedimento de hoje, o presidente está sentado, comendo, conversando… Evitar qualquer tipo estresse, o que é impossível na posição dele, inclusive. Mas eu acredito que nos próximos dias, mesmo no hospital, ele vai conversar com as pessoas, com os assessores”, disse Kalil.

Acidente doméstico

Após se queixar de dores de cabeça na última segunda-feira (9), Lula foi submetido a uma cirurgia para drenar uma hemorragia intracraniana na terça-feira (10).

Segundo a equipe médica, o procedimento, que durou cerca de duas horas, não exigiu uma “abertura importante do crânio”.

O sangramento é consequência do acidente doméstico sofrido por Lula em outubro, quando ele bateu a nuca ao cair no banheiro do Palácio da Alvorada.

Na ocasião, o presidente passou por atendimento no Sírio-Libanês em Brasília, mas foi transferido para São Paulo para passar por cirurgia de emergência.

 

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