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O senador Eduardo Girão anuncia candidatura à presidência da CPI da pandemia

Eduardo foi o autor de uma segunda CPI que visa investigar governadores e prefeitos do Brasil
• Publicado em 17 de abril de 2021 – 16:19
Foto: Pedro França/Agência Senado

BRASÍLIA, DF – O senador do Podemos falou que irá lançar candidatura à presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia. Eduardo disputará a vaga com o candidato da oposição e “independentes”, Omar Aziz (PSD – AM)

Segundo informações dadas pela rede social do partido, Podemos, a candidatura do senador Girão é “contra o acordão de cartas marcadas para dominar a CPI da Pandemia”.

Eduardo foi o autor de uma segunda CPI que visa investigar governadores e prefeitos do Brasil, como pretendia fazer o presidente Jair Bolsonaro.

Leia mais: Deputado Kim Katarigui e Mamãe Falei ‘invadem’ hospital, diz governo de SP

Rodrigo Pacheco – presidente do Senado – decidiu juntar as investigações em uma mesma comissão, apurando as ações e omissões do Governo Federal e a aplicação de verbas federais enviadas aos estados e municípios do país.

“Sou candidato a presidente da CPI. Espero que prevaleça a tradição do autor do pedido à frente da comissão. Designarei um relator que investigue com independência e isenção a União assim como verbas federais enviadas a Estados e municípios. É o que a sociedade espera e merece”, disse Girão em uma publicação nas redes sociais.

O acordo firmado pela maioria, visa colocar, além de Omar Aziz na presidência, Randolfe Rodrigues como vice-presidente.

A primeira sessão que irá definir quem serão os ocupantes acontece no dia 22 ou 27 de abril, segundo informações do presidente do Senado.

De acordo com o senhor Otto Alencar (PSD – BA) a ocupação dos cargos está, praticamente, consolidada porque dos 11 titulares da CPI, sete são do grupo que apoia a candidatura dos mesmos.

Na terça-feira (13) atendendo uma determinação do ministro Luís Roberto Barroso, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, leu o requerimento de criação da CPI.  Quarta-feira (14), o  plenário do STF referendou a decisão de Barroso e, por fim, quinta-feira (15), Rodrigo Pacheco leu os nomes dos integrantes, último passo antes da instalação.

 

(*) Com informações G1

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