(Fotos: Reprodução/Redes sociais - @freddysuperlano)
O partido Vontade Popular da Venezuela está acusando o presidente venezuelano Nicolás Maduro, de envolvimento no suposto sequestro do coordenador político nacional do partido, Freddy Superlano. Um vídeo publicado nas redes sociais, nesta terça-feira (30), aponta supostamente o momento em que homens encapuzados, vestidos de preto, teriam abordado Superlano e o conduziram a entrar em um carro desconhecido, junto a dois membros de sua equipe.
O vídeo foi publicado nas redes sociais do Comitê de Direitos Humanos do partido Vente Venezuela, oposição a Maduro.
Freddy Superlano, ex-deputado da Assembleia Nacional da Venezuela e dirigente partidário do Vontade Popular, já teve sua candidatura cassada pelo Conselho Nacional Eleitoral do país. Em nota oficial, o partido Vontade Popular alertou a comunidade internacional sobre uma aparente escalada repressiva da ditadura de Nicolás Maduro contra os ativistas da causa democrática.
“Alertamos a comunidade internacional sobre uma escalada repressiva da ditadura de Nicolás Maduro contra os ativistas da causa democrática, que exigem pacificamente a publicação dos resultados eleitorais que dão ao nosso presidente eleito Edmundo González o esmagador vencedor”, aponta nota.

(Foto: Redes Sociais/Voluntad Popular)
Edmundo González, a quem o partido Vontade Popular se refere, é o candidato que disputou as eleições presidenciais como representante da oposição a Nicolás Maduro. O político também utilizou as redes para acusar e pedir que as forças de segurança e a Força Armada ‘respeitassem’ a vontade dos venezuelanos expressa em 28 de julho e a pôr fim à repressão de manifestações pacíficas, além de, também, expressar indignação ao suposto sequestro de Freddy Superlano.
Leia nota oficial do partido Vontade Popular:
“Alerta nacional e internacional urgente: devemos denunciar com responsabilidade o país que há poucos minutos nosso Coordenador Político Nacional Freddy Superlano foi sequestrado.
Alertamos a comunidade internacional sobre uma escalada repressiva da ditadura de Nicolás Maduro contra os ativistas da causa democrática, que exigem pacificamente a publicação dos resultados eleitorais que dão ao nosso presidente eleito Edmundo González o esmagador vencedor”.
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