Lucilene Castro (Foto: Divulgação/Facebook Lucilene Castro) Débora Menezes (Foto: Divulgação/Assessoria)
Manaus (AM) – A cantora do Amazonas Lucilene Castro criticou na quarta-feira (24/09) o Projeto de Lei da deputada estadual Débora Menezes (PL) que tem o objetivo de impedir por cinco anos artistas de realizarem manifestações de caráter político-partidário durante eventos custeados pelo estado. Na publicação, Lucilene afirmou que a deputada “tem um pensamento pequeno e medíocre” e destacou que “ela precisa ter um pouco de cultura”.
Por meio de uma postagem nas redes sociais, a cantora descreveu que a deputada não conhece o papel da arte na sociedade, mencionando nomes da música brasileira para destacar o “desconhecimento” de Débora Menezes.
“Fazer uma propositura como essa me leva a crer que essa ‘nobre’ deputada não deva conhecer qual o papel da arte numa sociedade. Talvez ela nunca tenha ouvido Caetano, Chico, Cazuza, Gil, Gonzaguinha… enfim, desconheça a história da música brasileira”, escreveu.
Segundo Lucilene Castro, a deputada desconhece o artigo 5° da Constituição Federal e critica que “há mais voto para político sem comprometimento social”.
“A arte é feita não só para entreter, mas para questionar, para pensar, e talvez aí que tá o problema para a nobre senhora, uma sociedade emburrecida, mais votos para políticos sem comprometimento social”, destacou.
Ainda na publicação, a cantora criticou a deputada, referindo-se que ela tem um pensamento “medíocre e pequeno” e que ela precisa ter um pouco de cultura.
“Que triste saber que temos no nosso parlamento pensamento medíocre como esse. Poxa, vamos dar uns ingressos para ela assistir a shows e peças, ela precisa ter um pouquinho de cultura”, criticou.

A deputada Débora Menezes se posicionou por meio das redes sociais rebatendo críticas ao seu Projeto de Lei, afirmando que “não fere a liberdade de expressão”. Confira a publicação de Débora Menezes:
De acordo com uma matéria do Portal AM1, ao restringir manifestações políticas em lugares custeados pelo estado, a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) arrisca institucionalizar a censura e o projeto cria um clima de intimidação e autocensura.
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