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PF aciona STF para investigar Luís Miranda por calúnia contra Bolsonaro

Luís Miranda teria alertado Bolsonaro sobre irregularidades na compra da vacina Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 20 de julho de 2021 – 19:07
Luís Miranda
Foto: Sérgio Lima/Poder360

BRASÍLIA, DF – A Polícia Federal (PF) entregou, nesta terça-feira (20), um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o deputado Luis Miranda (DEM-DF) por possível denunciação caluniosa contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O deputado disse ter alertado o presidente sobre supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin, da Bharat Biotech, no início de 2021.

O pedido partiu do ministro da Justiça Anderson Torres que alegou relato de “fatos inverídicos” por parte de Miranda sobre o caso Covaxin.

Leia mais: ‘Meu partido é o SUS’, destaca Luis Ricardo Miranda à CPI

O processo, agora, foi encaminhado para avaliação da ministra Rosa Weber, do STF. A ministra é relatora do inquérito que apura a suspeita de prevaricação por parte de Bolsonaro.

Trâmites

A partir disso, Rosa Weber poderá decidir juntar a investigação de Miranda à de Bolsonaro, que já está em andamento, abrir um inquérito separado para analisar a conduta do deputado ou, até mesmo, arquivar o pedido.

Caso seja entendido que a omissão do presidente da República aconteceu, então a denúncia contra Miranda será descartada. Se a percepção for de que não houve omissão por parte de Bolsonaro, o argumento de denúncia caluniosa poderia ser utilizado.

Os depoimentos dados pelo deputado e pelo seu irmão, Luis Ricardo Miranda, apontariam para Bolsonaro ter cometido prevaricação. Isso porque o presidente não teria tomado as devidas providências para impedir um superfaturamento na compra da vacina e/ou outras possíveis irregularidades.

Além disso, Luis Ricardo Miranda, funcionário do Ministério da Saúde, relatou ter sofrido pressões no trabalho para apoiar o negócio com a farmacêutica da Covaxin.

(*) Com informações da Folhapress.

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