Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Plínio se reúne com dirigentes do CIEAM para discutir impacto da Reforma Tributária na ZFM

O senador lembrou a grande disparidade dos subsídios concedidos ao Amazonas, cerca de apenas 8% , enquanto outros 92% são distribuídos aos outros estados

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(Foto: Divulgação/Assessoria)

Brasília (DF) –  Acompanhado de dirigentes do Centro da Indústria do Amazonas (CIEAM), o presidente do Conselho Superior do órgão, Luís Antônio Rocha , se reuniu hoje com o senador Plínio Valério (PSDB-AM) para discutir o impacto fiscal da reforma tributária na Zona Franca de Manaus ás vésperas da votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 no Congresso Nacional. Na reunião, Rocha entregou a Plínio levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre os números que mostram o desequilíbrio dos gastos tributários no Brasil e o custo fiscal para a União da ZFM.

Plínio lembrou a grande disparidade dos subsídios concedidos ao Amazonas, cerca de apenas 8% , enquanto outros 92% são distribuídos aos outros estados. Mesmo assim, e apesar dos empregos gerados pela ZFM para reduzir a atividade de desmatamento, há uma perseguição e a narrativa sobre o peso tributário para o País para manter o Pólo Industrial de Manaus.

Na reunião Plínio explicou sua participação como relator na aprovação da Lei de Informática , a luta em defesa da BR-319, da ZFM com sua assessoria técnica, a autoria do projeto que destina 10% do fundo das petroleiras para pesquisa de petróleo em terra firme na região Norte e agora a relatoria da autonomia orçamentária do Banco Central.

“A gente está aqui para lutar e ajudar no que for possível. E não é favor, é obrigação”,  disse Plínio.

“Nós na CIEAM temos a percepção da importância do seu trabalho. Esse documento da FGV traz subsídios para a votação do Projeto de Lei Orçamentário de 2025. Para explicar ao Brasil que a falsa narrativa do impacto fiscal da Zona Franca é mera maldade ou preconceito. Os que nos denigrem a maioria nunca sobrevoou a Amazônia”, disse Luís Antônio Rocha.

No encontro, Plínio também entregou aos membros do CIEM o relatório da CPI das ONGs que desnudou a ação nefasta de ONGs ambientalistas para barrar projetos de desenvolvimento na Amazônia.

*Com informações de Assessoria 

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