Givancir tem prisão temporária convertida pela Justiça para preventiva
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28 de maio de 2020
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Givancir tem prisão temporária convertida pela Justiça para preventiva

O sindicalista Givancir de Oliveira Silva, 44, é acusado de assassinato e tentava de homicídio no dia 29 de fevereiro deste ano, em Iranduba

Givancir tem prisão temporária convertida pela Justiça para preventiva
Givancir de Oliveira Silva, 44 (Foto: Divulgação)

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários (STTR) de Manaus, Givancir de Oliveira Silva, 44, preso temporariamente desde 2 de março de 2020, teve o mandado convertido para prisão preventiva, nesta terça-feira, 31, pelo juiz Carlos Henrique Jardim da Silva, titular da 2ª Vara da Comarca de Iranduba. Ele é acusado de assassinar a tiros Bruno de Freitas Guimarães, 24, e tentar matar Djelison de Freitas, 23, conhecido como “Thelcy”.

O sindicalista, então pré-candidato a prefeito de Iranduba, município distante 27 quilômetros de Manaus, recebeu voz de prisão ao comparecer na Delegacia Geral da Polícia do Amazonas para prestar esclarecimentos. Os crimes de homicídio tentado e consumado ocorreram no dia 29 de fevereiro deste ano, após “Thelcy” e o primo irem até a mansão de Givancir, no quilômetro 6 da rodovia Carlos Braga, em Iranduba, pegar uma quantia em dinheiro referente rescisão de trabalho.

Ao receber o valor de R$ 300, “Thelcy” percebeu que uma das notas estava rasgada e devolveu por debaixo da porta, dando início a uma calorosa discussão. Após o desentendimento, os primos retornaram para casa ocupando uma motocicleta Honda/NXR 160, de cor vermelha e placa PHK-1167.

Durante o trajeto, “Thelcy” e Bruno foram surpreendidos por Givancir que estava acompanhado de capangas. O jovem que pilotava a moto recebeu três tiros e morreu no local. Mesmo implorando para que não atirasse, a trans foi baleada nas costas e em uma das mãos, mas conseguiu sobreviver ao atentado após passar procedimentos cirúrgicos no Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto, na zona Centro-Sul da capital.

Promotor

O promotor Leonardo Abinader Nobre, que pediu a conversão de mandado temporária para preventiva, em seu parecer, justificou que Givancir praticou o crime com “extrema violência” e é uma pessoa de alta periculosidade e, que, sua liberdade põe a sociedade em risco e possibilidade de fuga.

Defesa

Já o advogado Silvio Costa, que defende Givancir, informou que o prazo de prisão temporária terminava nesta terça-feira, 31, mas que irá requerer a revogação da prisão com pedido de habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM).

Amazonas1 TV

Publicado por Amazonas1

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